Ando meio perdida diante minhas escolhas e decisões. Tudo seria mais fácil se existisse alguém para decidir o que é melhor pra mim, mas é algo impossível, algo que somente eu possa solucionar. Realmente é muito ruim viver assim, sem saber o que fazer em primeiro lugar, atras de descobrir a melhor forma de organização, para minhas atividades e minha vida. Realmente não sei o que estou fazendo, mas sei que isso me suga e me preocupa. Talvez sinta falta de algum tipo de emoção ou aventura, por um amor ou por uma diversão. Não quero radicalizar, mas só fujir desse mundo que consequentemente criei.
Não quero abrir mão muito menos desistir, por mais que pareça ter o mesmo significado, mas para mim não. Quero continuar a fazer o que me propus, a fazer o que sempre me agradou e quem sabe lavar a frente como um grande passo para outros sonhos e outras metas alcançar. Mas primeiramente o que quero agora? Qual a melhor solução para poder me organizar, por dentro e por fora? De toda forma estarei só, de companhia e escolhas, decisões. Está mais do que na hora de me por no lugar e refletir o que vale apena ser feito, o que realmente vale apena me importar e o que finalmente deixar para lá.
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Teste quatro
Postado por
Michele Carvalho
Eu era uma adolescente normal. Tinha amigas verdadeiras, daquelas que estão com você pro que precisar. Namorar um garoto que, mesmo não sendo botino, me amava. Usava meus cabelos castanhos cacheados com todo orgulho. Estava um pouco acima do peso, mas minhas gordurinhas não me afetavam. Um dia, perdi o papel principal numa peça da escola por não fazer o "gênero princesa". Foi aí que decidi mudar.
Comprei revistas de dieta e fiz greve de fome, até que alcancei os tão sonhados 50kg. Pintei meu cabelo, afinal, as loiras chamam mais a atenção. Em seguida, alisei-os, pois li num artigo que cachos são ultrapassados. Pouco depois, terminei meu namoro. Agora que estava impecavelmente linda, não poderia ficar ao lado de alguém sem beleza exterior. Minhas amigas antigas? Rompi relações, claro. Ser vista ao lado de meninas que misturam estampas, queimaria meu filme. Fiz novas amizades com pessoas perfeitas assim como eu, e pensei que viveria um conta de fadas.
No entanto, não precisei chegar ao final para saber que seria infeliz. Percebi que minhas novas amigas eram fúteis, mas já era tarde para reatar os laços com as antigas, que alegavam não gostar do meu novo jeito de ser. Descobri que amava o meu ex-namorado, mas ele não quis voltar por eu tê-lo magoado quando terminamos. Mas o que isso me importava? Eu estava linda como sempre sonhava. Quando percebi as idiotices que havia feito, tentei consertá-las. Não foi fácil reconquistas a confiança de pessoas que eu havia machucado, mas me esforcei. E consegui. Hoje, abri mão de toda futilidade da ditadura da beleza e estou realmente feliz, como era antes de entrar nessas roubada. O que aprendi com isso? Beleza não põe mesa.
Por mais que seja supervalorizada, não vale a pena abrir mão de seus valores por algo meramente exterior. Sua essência dizia quem você realmente é.
Teste tres
Postado por
Michele Carvalho
Eu era uma adolescente normal. Tinha amigas verdadeiras, daquelas que estão com você pro que precisar. Namorar um garoto que, mesmo não sendo botino, me amava. Usava meus cabelos castanhos cacheados com todo orgulho. Estava um pouco acima do peso, mas minhas gordurinhas não me afetavam. Um dia, perdi o papel principal numa peça da escola por não fazer o "gênero princesa". Foi aí que decidi mudar.
Comprei revistas de dieta e fiz greve de fome, até que alcancei os tão sonhados 50kg. Pintei meu cabelo, afinal, as loiras chamam mais a atenção. Em seguida, alisei-os, pois li num artigo que cachos são ultrapassados. Pouco depois, terminei meu namoro. Agora que estava impecavelmente linda, não poderia ficar ao lado de alguém sem beleza exterior. Minhas amigas antigas? Rompi relações, claro. Ser vista ao lado de meninas que misturam estampas, queimaria meu filme. Fiz novas amizades com pessoas perfeitas assim como eu, e pensei que viveria um conta de fadas.
No entanto, não precisei chegar ao final para saber que seria infeliz. Percebi que minhas novas amigas eram fúteis, mas já era tarde para reatar os laços com as antigas, que alegavam não gostar do meu novo jeito de ser. Descobri que amava o meu ex-namorado, mas ele não quis voltar por eu tê-lo magoado quando terminamos. Mas o que isso me importava? Eu estava linda como sempre sonhava. Quando percebi as idiotices que havia feito, tentei consertá-las. Não foi fácil reconquistas a confiança de pessoas que eu havia machucado, mas me esforcei. E consegui. Hoje, abri mão de toda futilidade da ditadura da beleza e estou realmente feliz, como era antes de entrar nessas roubada. O que aprendi com isso? Beleza não põe mesa.
Por mais que seja supervalorizada, não vale a pena abrir mão de seus valores por algo meramente exterior. Sua essência dizia quem você realmente é.
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